Feridas

O que são Feridas Abertas?

Por definição, ferida aberta é qualquer situação que interrompa a integridade da pele, seja por acidente, trauma, doença ou cirurgia.

Algumas feridas podem ser de difícil cicatrização, exigindo tratamentos complexos. Outras, cicatrizam de forma rápida e conforme o esperado.

 

Buscar tratamentos eficientes para a cicatrização de feridas é essencial, pois, em alguns casos, as lesões podem resultar no desequilíbrio da saúde, dificultando atividades básicas do dia a dia, como a locomoção.

 

Além disso, a ruptura da pele deixa o organismo suscetível à ação de agentes externos, podendo servir de porta de entrada para infecções e contaminações.

Tipos de Lesões de Pele

As feridas na pele podem ser classificadas em dois grandes grupos: crônicas e agudas.

Feridas crônicas:

Feridas crônicas são aquelas cuja cicatrização não ocorre da forma esperada.

 

Geralmente, esse tipo de ferida está associado a doenças pré-existentes, como diabetes e insuficiência venosa.

 

Os principais tipos de feridas crônica são: Lesões por Pressão (escaras), Feridas do Pé Diabético, Úlceras Varicosas e Úlceras Arteriais.

Feridas agudas:

Feridas agudas são aquelas em que o organismo reage bem e a lesão cicatriza dentro do tempo esperado e sem complicações.

As feridas agudas podem ter origem em acidentes, abrasões, traumas, queimaduras, dentre outros.

Existe, ainda, outras classificações e feridas, como: superficiais, profundas, simples e complexas.

Feridas Cirúrgicas

Feridas causadas pelo rompimento dos pontos ou abertura da incisão cirúrgica são chamadas de deiscência cirúrgica. Podem ser pequenas feridas ou lesões extensas.

Essas feridas cirúrgicas podem ser causadas por diversos motivos, sendo que o principal deles é o excesso de pressão sobre o local da ferida cirúrgica. Isso pode acontecer pelo excesso de esforço físico e, inclusive, tosses ou espirros constantes.

Outros motivos são má higienização do local da incisão cirúrgica, infecção ou falta de proteção da lesão.

Em muitos casos, a lesão não pode ser suturada novamente, o que torna a cicatrização mais lenta e complexa.

Nesse período, quando o organismo ainda está se recuperando, qualquer esforço ou movimentação errada pode resultar na abertura da ferida cirúrgica.

Portanto, é muito importante seguir à risca todas os cuidados e orientações passadas pelo cirurgião plástico.

Feridas Diabéticas

O diabetes mal controlado pode causar uma série de complicações, dentre elas, o surgimento de feridas de difícil cicatrização.

Feridas diabéticas, geralmente, surgem nos pés e, por isso, são conhecidas com “Pé Diabético”.

Os altos níveis de glicose no sangue prejudicam a circulação sanguínea. A má circulação faz com que o sangue fique estagnado nas pernas e nos pés, causando morte celular e, então, o surgimento de feridas.

Outro fator que leva ao surgimento de feridas diabéticas é o fato de muitos diabéticos sofrerem com a falta de sensibilidade protetora nas pernas e nos pés. Nesses casos, o diabético pode se machucar (espinhos, pedras, traumas) e não sentir dor alguma. Ou seja, pequenos cortes, arranhões e feridas podem passar despercebidas e não receber o tratamento adequado, o que leva a lesão a aumentar de tamanho.

Se não tratadas adequadamente, as feridas diabéticas podem evoluir e causar consequências graves, como a amputação do membro.

Feridas na Perna

Grande parte das feridas que surgem nas pernas são classificadas como úlceras varicosas (também chamadas de venosas) ou arteriais, causadas pela má circulação sanguínea.

 

Comuns na região dos tornozelos, esses tipos de úlceras são causados pela má circulação sanguínea e aumento da pressão venosa.

 

Geralmente, são lesões complexas e que necessitam de acompanhamento com médico angiologista ou cirurgião vascular para normalização do fluxo sanguíneo.

Curativos e Tratamentos

O tratamento de qualquer tipo de ferida deve ser realizado a partir da orientação de um profissional de saúde, como médico ou enfermeiro estomaterapeuta. O profissional irá avaliar o quadro e indicar como cicatrizar a ferida.

É preciso avaliar não apenas a lesão, mas o estado de saúde geral do paciente, de forma individualizada e holística.

Diversas questões devem ser levadas em consideração, como características físicas da ferida, hábitos do paciente e a presença de doenças pré-existentes (como diabetes e hipertensão).

Lesões de pele exigem tratamentos que otimizem a cicatrização da pele. É o caso da Membrana Regeneradora Porosa Membracel.

O que é a Membracel?

A Membracel é um curativo especial que acelera a cicatrização da pele. É indicada para qualquer tipo de lesão ou situação em que haja a perda da pele. Ou seja, pode ser utilizada tanto em lesões superficiais quanto em lesões complexas.

A Membracel é indicada para o tratamento de:

  • Úlceras Varicosas/ Venosas
  • Úlceras Arteriais
  • Queimaduras de Segundo Grau
  • Lesões por Pressão (escaras)
  • Feridas Diabéticas
  • Deiscências Cirúrgica
  • Escoriações
  • Ou qualquer lesão que comprometa a derme ou epiderme

Os poros da Membracel permitem a drenagem do excesso de exsudato (secreção natural da ferida) mantendo a umidade ideal no leito da lesão. Esses fatores estimulam a formação do tecido de granulação, tecido que formará a nova pele.

Além de funcionar como uma barreira física e proteger a lesão, a membrana Membracel protege as terminações nervosas, aliviando a dor já na primeira aplicação.

 

Como fazer curativo para feridas?

1 – Higienize a lesão com soro fisiológico ou solução específica para limpeza de feridas (como Prontosan ou Aquasept).

2 – Posicione a membrana sobre a lesão, cuidando para que ultrapasse os bordos da lesão em 1 cm.

3 – Umedeça a membrana com soro fisiológico, acomodando-a sobre a lesão com o auxílio e uma gaze. Garanta que a Membracel fique em contato com todo o leito da lesão.

4 – Aplique gaze sobre a membrana para auxiliar no excesso de exsudato e fixe-a com faixa ou fita micropore.

5 – Troque o curativo secundário diariamente ou sempre que estiver saturado (úmido) e perca a capacidade de absorção.

Para trocar o curativo secundário, siga os passos abaixo:

1 – Remova a gaze.

2 – Limpe a lesão sobre a membrana (sem retirá-la) com soro fisiológico ou solução para limpeza de feridas. Utilize uma nova gaze, pressionando-a levemente sobre a membrana para retirar o excesso de exsudato que possa estar por baixo da membrana.

3 – Aplique nova gaze sobre a Membracel e feche o curativo novamente.

4 – Essa limpeza pode ser necessária mais de uma vez no dia, variando de acordo com a quantidade de exsudato secretado pela lesão.

Quanto tempo a Membracel deve permanecer na lesão?

O tempo de permanência da Membracel deve ser orientado pelo profissional de saúde, pois varia de acordo com o tipo da lesão.

No caso de lesões superficiais, por exemplo, geralmente, uma única aplicação de Membracel é suficiente para a cicatrização total da pele.

Para outros tipos de lesão, indicamos que, no início do tratamento, a Membracel permaneça na lesão entre 5 e 7 dias. Conforme o tratamento for evoluindo e a lesão for ficando mais limpa, o período de permanência da membrana pode chegar a 10 ou até 12 dias.

Para trocar a Membrana Regeneradora Porosa Membracel umedeça-a bem com soro fisiológico para possa ser removida da lesão com facilidade. Proceda com a limpeza da lesão e siga as instruções para aplicação de uma nova membrana

Depoimentos

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