Na última década foram registrados mais de 5 mil casos de acidentes com fogos de artifício, segundo levantamento do Conselho Federal de Medicina (CFM) em conjunto com a Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão e Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia. O levantamento mostra que os homens representam 83% dos casos. Além disso, 39% do total de internações envolvem crianças e adolescentes de até 19 anos.

 

 

Para a Cynthia Veiga, enfermeira especialista em queimaduras, a maior parte dos acidentes acontecem devido ao manuseio incorreto dos fogos. “As pessoas tendem a não ler as instruções do fabricante, carregam o produto nos bolsos e, muitas vezes, acendem próximo ao rosto. São fatores que contribuem para explosões que podem causar queimaduras graves e até a morte”, conta.

 

A principal queimadura ocasionada pelos fogos é a de segundo grau, que geram bolhas e são muito doloridas. As regiões mais acometidas são face, braço, mãos e pernas.

 

A primeira recomendação em caso de queimaduras é resfriar o membro com água corrente e cobrir o ferimento com um tecido limpo e umedecido em água em temperatura ambiente. Nunca utilize gelo – que também pode queimar e danificar a pele -, não passe nada além de água e, em casos mais graves, procure atendimento médico. Pasta de dente, ovo, babosa, ervas, nada disso é recomendado e pode, inclusive, piorar a queimadura.

 

“Para o tratamento pós-queimadura recomendo a cobertura da área com um curativo a base de celulose, chamado Membracel. Ele isola as terminações nervosas, diminuindo a dor, acelera o processo de cicatrização e o custo benefício é ótimo. Essa membrana regenera a pele em tempo recorde”, finaliza a especialista. 

 

 

A Membracel é desenvolvida pela indústria farmacêutica Vuelo Pharma, com tecnologia 100% nacional, e é considerada o curativo ideal pela sua alta eficácia em queimaduras.

 

COMENTE ESTA PUBLICAÇÃO